Momento Polo

Polo realiza ciclo de paradas para manutenção

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O Polo de Camaçari inicia em novembro mais um ciclo de paradas para manutenção de suas unidades industriais. O objetivo é garantir a integridade dos equipamentos, a confiabilidade dos sistemas operacionais, a segurança industrial, dos trabalhadores e das comunidades vizinhas ao Complexo, gerando também oportunidades de trabalho.

No total, são 1.450 postos de trabalho gerados em diversas campos de atividade, para caldeireiros, montadores, soldadores, eletricistas, pintores, vigilantes, dentre outras especialidades, dos quais mais de 70% selecionados na própria região do Complexo Industrial.

Vagas através do SINE/CIAT

O acesso às vagas disponíveis vem acontecendo desde o dia 3 de outubro através do Centro de Integração e Apoio do Trabalhador – CIAT, de Camaçari, e do Sistema Nacional de Emprego - SINE, de Dias D´Ávila.

Para o secretário de Desenvolvimento Urbano e Econômico de Camaçari, Djalma Machado, a parada do Polo para manutenção é de fundamental importância porque, além dos aspectos da segurança operacional, dinamiza a economia local, aquece os mais variados setores de serviços e traz também oportunidade para contratação da mão de obra especializada nos municípios vizinhos ao Complexo: “Nós temos o Centro de Integração e Apoio ao Trabalhador, que está totalmente à disposição na parceria entre o poder público e as empresas do Polo, através do Cofic, para que toda a intermediação de mão de obra aconteça através do CIAT”, afirma.

O secretário de Desenvolvimento Econômico de Dias D´Avila, Jerônimo Couto, por sua vez, assegura que “o Sine local está disponível para atender à demanda da parada do Polo Industrial de Camaçari, de acordo com a parceria estabelecida entre o Cofic, as empresas contratadas e a Prefeitura de Dias D´Ávila, no sentido de atender os trabalhadores do nosso município”.

Prioridade aos municípios vizinhos

Segundo Luiz Fontenelli, gerente operacional da Manserv, empresa prestadora de serviços de manutenção no Complexo Industrial, a estratégia utilizada para atender as necessidades de mão-de-obra na parada foi ampliar fortemente a contratação local, através do SINE/CIAT, para dar prioridade às pessoas dos municípios vizinhos ao Polo. “São profissionais das áreas de caldeiraria e soldagem, com experiência em manutenção de equipamentos e tubulações”, explica.

Adriano Oliveira, gerente de serviços da Priner Serviços Industriais, compartilha desse mesmo entendimento, quanto à absorção da mão-de-obra local: “Para estes eventos utilizaremos profissionais das atividades de pintura industrial, isolamento térmico e andaimes, com experiência na indústria química e petroquímica. A nossa estratégia das contratações tem sido de disponibilizar as vagas através do sistema CIAT e SINE, o que reforça dessa forma nosso compromisso com as comunidades onde os serviços estão sendo realizados”.

Além de aumentar a confiabilidade operacional e a segurança, as paradas programadas para manutenção das unidades industriais do Polo de Camaçari visam também promover o avanço tecnológico, bem como a implementação de projetos específicos de expansão de capacidade produção. Os investimentos previstos giram em torno de R$ 706 milhões apenas neste segundo semestre de 2016, envolvendo unidades industriais da cadeia química e petroquímica.

Polo discute competitividade ao celebrar 40 anos

Ao completar 40 anos de atividades, o Polo Industrial de Camaçari celebrou a data com uma ampla discussão sobre competitividade, diversificação e possibilidades de expansão do Complexo, reunindo convidados locais e nacionais na manhã do dia 5 de julho. O evento lotou o Teatro Cidade do Saber, em Camaçari, constituindo-se no ponto alto da programação elaborada pelo Comitê de Fomento Industrial de Camaçari (Cofic) para marcar as quatro décadas de atividades do Polo.

O Fórum “Desafios Competitivos do Polo de Camaçari” constou de diversas abordagens. As “Perspectivas do Segmento Petroquímico no Polo de Camaçari" foram apresentadas por Marcelo Cerqueira, vice-presidente da Braskem e presidente do Cofic. Coube ao diretor de Tecnologia e Inovação do Senai-Cimatec, Leone Peter, abordar o "Estudo da Cadeia Petroquímica na Bahia". O diretor da Ford, Alexandre Machado, falou sobre os "Desafios e Perspectivas do Segmento de Automotivo"; enquanto a "Infraestrutura, Logística e Competitividade" foi o tema da palestra do superintendente de Atração e de Desenvolvimento da Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Bahia, Paulo Guimarães. O evento contou ainda com a presença de Marco Antonio de Marchi, presidente do Conselho Diretor da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), que abordou o papel das industrias químicas e petroquímicas para a grande vitalidade do Polo de Camaçari nesses seus 40 anos de atividades.

Alternativas econômicas 

Inicialmente, o superintendente do Cofic, Mauro Pereira, contextualizou a problemática atual do Polo de Camaçari e suas preocupações diante de um futuro de muitas incertezas econômicas: “A certeza que tenho é que os próximos 40 anos serão extremamente positivos para o Complexo”, assegurou, lembrando que desde sua implantação, em 1978, o Polo tem enfrentado com muita garra situações adversas, buscando alternativas para sua sobrevivência como centro gerador de produtos, serviços, emprego e renda. 

O diretor do Senai-Cimatec, Leone Peter, abordou o estudo que vem sendo feito pela instituição, a pedido do Cofic, sobre a cadeia química-petroquímica na Bahia, com levantamento e análise dos principais pontos críticos e oportunidades nesse importante segmento industrial, além de sugestões de ações estruturantes para alavancar a competitividade do Polo. Segundo ele, o documento final com os seus resultados e principais recomendações será entregue até o mês de agosto, criando um novo referencial para a adoção de medidas que possam colaborar para uma maior competitividade do Complexo Industrial.

Mercado global 

Em sua palestra, Marcelo Cerqueira, vice-presidente da Braskem e presidente do Cofic, destacou as “boas perspectivas” que surgem para o Polo no mercado global, independentemente dos entraves econômicos. “Podemos olhar para o futuro e ver as oportunidades. O Polo segue o seu caminho enfrentando adversidades, mas com chances de crescimento, muito ajudado agora pelas novas tecnologias e práticas inovadoras”, disse.

Cerqueira fez uma rápida retrospectiva histórica do Polo (“ que já nasceu como primeiro polo industrial planejado do país”) e enalteceu a atenção dada pelas indústrias que o integram à saúde e à segurança. “ Nessas duas áreas, o Polo se tornou referência”, observou, lembrando também os avanços conseguidos na formação de mão de obra e no descarte responsável de resíduos industriais.

A programação foi encerrada com duas importantes conferências: “Desafios para a Competitividade da Indústria no Brasil”, por Flávio Castelo Branco, gerente executivo de Políticas Econômicas da Confederação Nacional da Industria (CNI); e “Crescimento Sustentável no Cenário Econômico Brasileiro”, por Gustavo Loyola, ex-presidente do Banco Central, “Economista do Ano” em 2014.

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