Tronox adota economia circular para reaproveitar resíduos

A Tronox adota práticas da economia circular para reaproveitamento dos resíduos de sua fábrica em Camaçari. São projetos que reaproveitam os resíduos da sua produção do pigmento dióxido de titânio (TiO2) para uso em outros processos produtivos. Essa é uma medida sustentável, que poupa a necessidade de extração de novas matérias primas, formando sistemas integrados, regenerativos e restaurativos, além de diminuir a quantidade de rejeitos para descarte como ocorre na economia linear. “A Tronox vem trabalhando há alguns anos, por meio de pesquisas e parcerias, para aproveitar ao máximo a circularidade de seus produtos e hoje temos projetos em fase bastante avançada”, explica Geiza Oliveira, líder de Meio Ambiente da empresa na Bahia.

O Projeto MNR (Minério Não Reagido) faz a incorporação de um resíduo gerado na etapa de ataque ácido do minério, na qual o excedente não reagido é neutralizado com cal. Durante muitos anos esse resíduo foi disposto em aterro licenciado, mas em 2018 passou a ser licenciado como subproduto após pesquisas e testes para incorporação na indústria da construção civil. “Atualmente o desenvolvimento de parcerias comerciais e obtenção de autorizações está em curso, mas já mudamos o cenário de disposição nos últimos meses”, informa Geiza Oliveira. A destinação do MNR é 32% para armazenamento interno, 26% para coprocessamento e 41% vai para aterro.

Já no Projeto Ácido 25% é feita a recuperação de uma corrente de efluente rica em ácido e ferro para ser reutilizada em outro processo produtivo. No passado, essa corrente era direcionada para o sistema de efluentes, sendo disposta via emissário submarino, mas, a partir de 2018, passou a ser licenciado como subproduto. Inicialmente foi identificada a possibilidade de reuso por fábricas de fertilizantes como agente de diluição do ácido concentrado usado no processo das empresas parceiras. “Atualmente estamos trabalhando no projeto de capital para construção de um sistema de abastecimento de carretas e estocagem deste subproduto para iniciar a comercialização com fábricas de fertilizantes. Em paralelo, continuamos testando outras possibilidades de aplicação”, afirma Geiza Oliveira.

Cultura da circularidade das equipes

Além dos projetos pautados na economia circular da sua cadeia produtiva, a Tronox também desenvolve iniciativas para os empregados consolidarem a cultura da sustentabilidade e da circularidade dentro e fora da empresa. “No dia a dia, nos deparamos com rotinas que já viraram hábitos, como a coleta seletiva, com coletores espalhados por toda a fábrica, ou incentivo para redução dos resíduos na fonte, com o fornecimento de canecas ou copos individuais e reutilizáveis para diminuir o uso de descartáveis. Com frequência são realizadas palestras e treinamentos que tratam da incorporação de hábitos conscientes sobre meio ambiente. Essas e outras ações mantêm a questão ambiental sob constante atenção, promovendo o engajamento e a reflexão sobre atitudes que devemos adotar no cotidiano, dentro e fora da empresa”, explica Geiza Oliveira.

A líder de Meio Ambiente da Tronox ressalta que “participar de todo esse processo, perceber os cuidados que devem ser tomados por todos dentro da indústria nos faz refletir sobre o nosso papel também como cidadão: o que eu e minha família temos que fazer para atingir esse grau de maturidade ambiental? Quais hábitos precisamos mudar? Quais atitudes devemos incorporar? Como minha rotina impacta o meio ambiente e como posso melhorar?”. Entre as iniciativas de economia circular que a Tronox incentiva os empregados adotarem fora trabalho estão o consumo consciente, a reciclagem de resíduos, a prática da carona solidária e o uso de energia renovável, além da economia de recursos naturais.

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