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Comissão do Cofic aposta em tecnologia para ampliar segurança de processo no Polo

Prevenir riscos e assegurar o padrão de excelência das operações no Polo de Camaçari são os pilares da nova coordenação da Comissão de Segurança de Processo (SEPRO) do Cofic. Liderada por Gislaine Bandeira (Bayer) e pelo vice-coordenador Lucas Midon (Elekeiroz), a nova gestão aposta na integração de tecnologias e inteligência artificial, aliada à capacitação das equipes, para fortalecer a tomada de decisões e promover um ambiente cada vez mais seguro e sustentável. A segurança de processo é estratégica para a integridade de mais de 80 empresas do complexo, que, juntas, somam uma capacidade produtiva superior a 12 milhões de toneladas/ano em produtos químicos, petroquímicos básicos, intermediários e finais.

“Entre as principais prioridades da Comissão estão a incorporação de novas tecnologias e inteligência artificial para otimizar operações e aumentar a eficiência, bem como o avanço no tema de confiabilidade humana. Também buscaremos direcionar as empresas com foco nas lições aprendidas de eventos anteriores, em colaboração com o Comitê de Emergência, garantindo que as diretrizes estejam alinhadas às necessidades operacionais. Nosso compromisso é promover um ambiente cada vez mais seguro e eficiente, contando com a colaboração de todos para o sucesso da gestão”, afirma Gislaine Bandeira, nova coordenadora da Comissão do Cofic e especialista de SEPRO na Bayer.

Para este ano de 2026, a nova coordenação anuncia três metas prioritárias:

  1. Incorporação de novas tecnologias e inteligência artificial: integração de inovações aos pilares de SEPRO, com foco em eficiência e otimização operacional.
  2. Avanço em confiabilidade humana: continuidade das discussões iniciadas no workshop do último ano, aprofundando a aplicação prática do tema nas operações.
  3. Elaboração de guia orientativo: desenvolvimento de material que consolida lições aprendidas de eventos anteriores, promovendo a troca de experiências e boas práticas, em parceria com o Comitê de Emergência.

Segundo Gislaine, o principal desafio da SEPRO/Cofic junto às indústrias do Polo “é ampliar a adoção de tecnologias avançadas na gestão dos pilares de Segurança de Processos”. Ela explica que “essa transformação é fundamental para elevar a eficiência operacional, a competitividade e a assertividade dos investimentos, especialmente diante de um cenário industrial desafiador, tanto no contexto regional quanto global”. Além disso, ressalta que “é essencial integrar soluções de inteligência artificial e análise de dados para aprimorar a tomada de decisão e antecipar riscos. Esse movimento deve ser acompanhado por um forte investimento na capacitação das equipes, garantindo que estejam preparadas para atuar em um ambiente cada vez mais digital e dinâmico”.

A Comissão SEPRO do Cofic é composta por 15 empresas: Acelen, BASF, Bayer, Bracell, Braskem, Carbonor, Cetrel, Corteva, Dow Brasil, Elekeiroz, Indorama, Kordsa, Linde, Unigel e Tronox. Como afirma a coordenadora, “a Segurança de Processos está diretamente relacionada à continuidade operacional, à proteção das pessoas e das comunidades e à reputação das empresas. Além disso, desempenha papel estratégico na otimização e redução de custos, bem como na viabilização de novos projetos, ao considerar de forma integrada os riscos e seus impactos. Destaca-se, nesse contexto, a importância da gestão de mudanças, essencial em um cenário cada vez mais complexo e dinâmico”.

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